quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O Imperialismo Estadunidense e a América Latina


A "guerra contra o narcotráfico" promovida pelos EUA tem um aspecto econômico, político e militar. O aspecto econômico busca impedir que surja uma forte burguesia nos países semi-coloniais apoiada neste grande negócio, já que isto permitiria o controle de um negócio mundial que alcança cifras em torno de trilhões de dólares. Daí sua política de repressão seletiva, que ataca os pequenos produtores, com a destruição das plantações de coca na Bolívia, Peru e Colômbia e com os consumidores, sem atacar os grandes atravessadores que são os que detém o maiores no processo, principalmente as máfias americanas e os grandes bancos que recolhem o grosso dos lucros do narcotráfico.

É uma repressão seletiva porque busca destruir os grandes cartéis somente quando estes assumem proporções gigantescas, como os cartéis de Cali e Medellín que estavam constituindo grandes oligopólios mundiais por fora do controle americano. Por isso, foram desbaratados e em seu lugar surgiram dezenas de cartéis que continuam o trabalho inclusive produzindo e distribuindo mais cocaína que os dois cartéis juntos. A burguesia destes países produtores (Colômbia, Peru e Bolívia) se dividem alinhado-se ou não com o imperialismo americano pelo controle e pela apropriação da maior quantidade de lucro que gera para incluir no circuito "legal" do capitalismo.

Desta forma, o imperialismo, acossado pela crise econômica, busca controlar todos os ramos econômicos dos países semi-coloniais (vide privatizações e abertura dos mercados) e a "guerra contra o narcotráfico" é somente a cobertura para uma luta sem quartel para controlar e garantir que os volumosos lucros desta grande indústria seja açambarcado por suas empresas, bancos, e por setores aliados nos países atrasados e não potencialize o surgimento de uma forte burguesia lúmpen que rivalize com o imperialismo ou mesmo possa enfrentá-los ainda que circunstancialmente.

Ademais, desbaratando os grandes cartéis, utiliza o dito "dividir para reinar", já que pode infiltrar agentes da DEA e da CIA, informantes e pilantras da pior espécie dentro das organizações mantendo, perfeitamente, um controle sobre todo o negócio e "explodindo" os setores que não estão totalmente "sob controle". Para isso contam com a ajuda da subserviente burguesia latino-americana mais realista que o rei e totalmente subordinada aos interesses do Império do Norte.

É do conhecimento de todos os escândalos que relacionam os americanos em tráfico de drogas. Por exemplo, a esposa do coronel Hiett, o chefe dos militares destacados para seguir na Colômbia o combate às drogas foi detida por traficar cocaína usando os canais diplomáticos. O comércio é tão gigantesco que uma rede dentro da American Airlines, usava as facilidades de acesso a aeroportos para oferecer cocaína nas maiores capitais do Tio Sam.

Porém, estes dois exemplos são só a expressão de uma vasta rede clandestina montada pela CIA, DEA e outros órgãos de inteligência americana. Em janeiro de 1980 apareceu morto um
banqueiro australiano, F. Nugan, co-proprietário de uma instituição (NUGAN HAND INC) com sucursais nos 5 continentes. As atividades da Nugan: negócios com pessoas com conexões provadas com drogas; intensa atividade bancária na Florida ligada a narcóticos, tráfico de armas. Existem provas da conexão desta "empresa" com o FBI e a CIA. O quadro de acionistas e pessoas que tiveram relação com o banco vão desde Abe Saffron, personagem fundamental do crime organizado na Austrália, Terry Clarck, chefe do sindicato exportador de opiáceos chamado Mr. Ásia. Capos da Cosa Nostra americana que se conectavam com o Banco Nugan via Sir Peter Abeles, igualmente sir Peter Strasser, equivalente de Abeles ao nível de petróleos, Rupert Murdoch, Theodore Shackley, ex-diretor de operações clandestinas da CIA, Richard Secord, chefe de vendas de equipamento militar no Pentágono de 1978 a 1984, demitido depois de fraudar o exército americano em 8 milhões de dólares. Através de Oliver North - em nome do Conselho de Segurança Nacional, Secord foi encarregado de organizar a conexão Irã-Contras. Os administradores e conselheiros do banco eram na sua maioria militares de alta patente, ligados ao Conselho de Segurança Nacional dos EUA, chefes na guerra do Vietnã, ex-diretores da CIA.

Esta grande rede controlava o tráfico de heroína e venda de armas em acordos com os grandes cartéis, "sócios na luta contra o comunismo". Quando este banco vai à falência, surge imediatamente um substituto, o BCCI, que passa a ser parte desta rede clandestina e foi via ele que processou a negociata do escândalo Irã-Contras onde o governo financiou os contras nicaraguenses com a venda ilegal de armas ao Irã e com o tráfico de entorpecentes. O BCCI tinha uma rede secreta composta por 1.500 funcionários dedicados ao tráfico de armas, drogas e divisas, prostituição, seqüestros, assassinatos, etc.

Na verdade, o pretenso combate ao tráfico é a fachada para impor um controle econômico e político na região, já que sequer consegue efetivamente o que se propõe. O tráfico de drogas do Panamá aumentou após a intervenção imperialista contra Noriega. O governo do ex-presidente mexicano Carlos Salinas de Gortari, grande amigo dos EUA, tinha uma de suas bases de sustentação no tráfico e seu próprio irmão Raúl era uma das figuras centrais do contrabando e do tráfico.

Na Colômbia, os narcotraficantes mais poderosos apóiam os paramilitares e tiveram participação direta nas execuções de líderes sindicais, ativistas e jornalistas. Esses crimes permanecem impunes, com a conivência das mesmas FFAA que os EUA orientam e enchem de dólares.

O que preocupa o imperialismo é que os países exportadores de drogas se beneficiem economicamente. Por isso dirige seus ataques à periferia: as plantações, os centros de produção e principalmente a "lavagem de dólares" na América Latina. Porém, não combate estas atividades com a mesma intensidade e força em seu próprio território.

O imperialismo sabe, pela sua própria história, que o surgimento destes ramos "ilegais" é uma forma de acumulação primitiva do capital que pode permitir o surgimento de grandes capitais financeiros, como foi no seu tempo o tráfico de escravos, a colonização da América, os piratas a serviço da rainha da Inglaterra ou mesmo, mais recentemente, na década de vinte nos EUA, quando a proibição do álcool levou à formação de impérios clandestinos que depois transformaram-se em grandes negócios.
...recolonizar a América Latina

O aspecto político e militar da luta "contra o narcotráfico" é que a partir do final dos anos 80 o imperialismo norte americano utiliza o "perigo do narcotráfico" para assim justificar sua crescente intervenção nas forças de segurança dos países latino-americanos, como na Colômbia, Bolívia, Peru, Equador, Panamá, Brasil, Paraguai, México, etc.

Por trás dessa máscara se insinua a penetração de militares norte-americanos em toda América Latina, cuja ponta de lança para a intervenção começa na Colômbia, porém que está desenvolvendo seus tentáculos em todos os países da área. O Narcotráfico é utilizado para justificar intervenções abertas e descaradas, retrocedendo a formas coloniais que vai desde invasões, como foi o caso do Panamá, até treinamento de FFAA com "assessores" militares como na Colômbia, Bolívia, Peru, Paraguai, até ceder partes partes do território para que sejam patrulhados por ianques. O imperialismo norte-americano relocaliza dezenas de milhares de militares que estavam estacionados no Panamá, construindo bases e acordos militares com a maioria dos países da área, preparando-se para embates na luta contra a liberação nacional e os grandes enfrentamentos que estão por dar-se na área, como prenunciam Colômbia, Equador e outros.

África Subsaariana



Africa subsariana ou Subsaariana (continente africano ao sul do Deserto do Saara) é chamada também de Africa Negra (Maioria da população são de raça negra) e dos 780 milhões de habitantes 500 milhôes vivem na Africa Subsaariana. E tem por características:

# Palco de guerras civis e conflitos etno-religiosos.
# Fome, escravidão, prostituição infantil e a disseminação da AIDS.
# Lingüística é a mais diversificada (com 1000 línguas) e a menos conhecida.
# Piores indicadores sócio-econômicos do mundo.
# Aqui a média de vida é de 70 anos. Na Africa Negra raramente chegam aos 45, justificado pela: má nutrição, falta de assistência médica e ausência de saneamento básico nos meios rurais.
# A doença do sono ameaça mais de 60 milhões de pessoas em 36 países da África subsaariana.
# A malária em cada ano infecta 500 milhões de pessoas, estima-se que 90% dos casos mundiais ocorram na África subsaariana
# Desde que os primeiros casos da AIDS este é o continente que mais sofre com a doença.
# Marcada por governos autoritários e corruptos que não se preocuparam em melhorar as condições econômicas dos seus países. Nos últimos anos, no entanto, verifica-se uma tendência democratizadora em toda a região, com eleições multipartidárias realizadas regularmente.

A América Latina



A América Latina abrange o México/na América do Norte/ a América Central e a América do Sul.

Os países Latino-americanos estão bastante ligados entre si por laços semelhantes de cultura:

Línguas Faladas: Espanhol e Português;

Principal Religião: Catolicismo; (cristã)

Civilização: De origem européia, que se impôs aos motivos do Novo Continente.

Estes países formam uma grande família, que vai desde o México (na América do Norte), passa pela América Central e termina no Extremo Sul da América do Sul.


1.Características Gerais

A América Latina estende-se desde o México até a Terra do Fogo, no extremo sul da América. Totaliza aproximadamente 20,5 milhões de Km, ou seja, 13,7 % das Terras emersas do Globo, com uma população de 350 milhões de habitantes.

2. Paisagens Naturais

a)Norte: Serra Madre Ocidental, Planalto Mexicano.

b)Oeste: Cordilheira dos Andes.

c)Leste: Planalto das Guianas e Planalto Brasileiro.

d)Centro: Planície do Orenoco, Planície Amazônica, Planície Platina.

3.Hidrografia

Bacia do Orenoco, Bacia Amazônica, Bacia Platina.

4.CLIMA

A América Latina se situa na zona intertropical, predominaram os climas quentes, salvo no extremo sul (Argentina e Chile) e nas áreas montanhosas (Andes).

VEGETAÇÃO - Destacam-se as principais paisagens vegetais: Floresta Amazônica, Cerrado, Caatinga, Pampa ou Estepes e desertos (México, Atacama, Patagônia).

5.POPULAÇÃO

a) Elevado crescimento vegetativo, devido à alta motarlidade.

b) Predomínio de jovens, o que representa pesado encargo para os Estados Unidos.

c) Predomínio de mestiços e população rural.

d) Maiores concentrações demográficas: litoral brasileiro, estuário do Prata, Caracas, Santiago, Litoral do Pacífico de Bogotá a Lima, América Central.

e) Principais vazios demográficos estão no interior da América do Sul, como Amazônia e trechos acidentados dos Andes e Patagônia.

6.ECONOMIA

a) A agricultura é a base econômica latino-americana, principalmente da América Central, Equador, Colômbia.

b) A América Latina possui grandes riquezas do subsolo, destacando-se o Brasil, o México, e países Andinos.

c) O desenvolvimento industrial vem se fazendo lentamente e de maneira desigual entre os diversos países. Brasil, México, Argentina,Venezuela, Chile estão na vandaguarda industrial.

d) Os produtos agrícolas e minerais representam, em geral, mais de 90% do valor das exportações dos países latino-americanos. As importações são, principalmente, de produtos manufaturados.

BIODIVERSIDADE

A biodiversidade da América Latina é uma das maiores do mundo. Ela abriga:
- Sete dos países com maior diversidade de vertebrados no mundo;
- Doze dos países com maior diversidade de aves;
- Doze dos países no mundo com maior variedade de anfíbios;
- Cinco dos doze países no mundo com maior variedade vegetal;
- Sete dos países no mundo com mais de 70% de seu território ainda coberto por vegetação natural.

CONCENTRAÇão de renda

A América Latina é famosa pela extrema concentração de riqueza e poder, e pela falta de responsabilidade das elites privilegiadas em relação ao bem-estar de seus países.

Geopolítica da Nova Ásia Central

O conceito de Ásia Central é algo recente na divisão regional que normalmente se faz do continente asiático. Até 1991, quando se dividia o continente asiático em regiões era muito comum identificarem-se o Oriente Médio, o subcontinente indiano, o Sudeste Asiático, o Extremo Oriente, mas não a Ásia Central. Esta porção do continente era parte integrante da hoje extinta União Soviética.

Embora nem todos os autores concordem quanto aos países componentes dessa unidade regional, de maneira geral, desde o fim da União Soviética em 1991, a região passou a ser identificada como aquela que reúne as repúblicas independentes do Casaquistão, Turcomenistão, Usbequistão, Tajiquistão e Quirguistão.

A Ásia Central atual abrange uma área com quase 4 milhões de quilômetros quadrados, pouco menos da metade do território brasileiro, e uma população de mais ou menos 60 milhões de pessoas (mais ou menos um terço do efetivo populacional do Brasil).

Várias características ajudam a definir a individualidade da região. Uma delas é que todos os países que a compõem são Estados interiores, isto e, não possuem acesso a oceanos ou mares abertos. Se juntarmos a estas cinco repúblicas o Afeganistão e a Mongólia, estaremos diante da maior área com países interiorizados do planeta. Esta macrozona, a mais distante de mares abertos, está pelo menos a 2.000 km. do mar Negro, do Golfo Pérsico e do Oceano Índico e cerca de 5.000 km. do Pacifico. O Usbequistão, por exemplo, é considerado um dos países mais “continentalizados” do mundo, porque faz apenas fronteiras com outros Estados que também não possuem acesso litoral.

Uma outra característica importante da região é que ela está situada numa espécie de encruzilhada de povos e civilizações que ao longo do tempo se sobrepuseram, deixando marcas culturais indeléveis nas populações atuais. A uma base turco-iraniana (persa) original, que legou à maioria das populações os fundamentos lingüísticos e religiosos, se sobrepôs, nos últimos dois séculos, a influência eslavo-ortodoxa russa.

Por conta dessa evolução histórica, a região apresenta uma relativa homogeneidade do ponto de vista religioso, já que grande maioria dos habitantes dos países da área professa o islamismo de rito sunita. Por outro lado existe uma grande heterogeneidade do ponto de vista étnico-nacional. Todos os Estados da região possuem inúmeras minorias, sendo que indivíduos de origem russa estão presentes, com maior ou menor expressão, nos cinco países da área.

Ao longo especialmente do século XIX, os espaços e as populações da Ásia Central foram incorporados pela força das armas ao Império Russo . De 1917 (revolução bolchevique) até 1991, passaram para o domínio direto da União Soviética. Entre as inumeráveis influências deixadas pela era soviética está a da criação, entre 1922 e 1936, dos espaços nacionais hoje existentes, cujas fronteiras arbitrárias e artificiais mantém-se inalteradas até a atualidade. Como têm acontecido em situações similares, à exemplo da África, a artificialidade das fronteiras têm sido objeto de conflitos e tensões geopolíticas.

Uma outra característica dos cinco países da Ásia Central foi a forma peculiar como eles se tornaram independentes. Todos se tornaram Estados soberanos em 1991, como resultado da desintegração da antiga União Soviética.

Por fim, um outro fato que individualiza os países da região é que seus presidentes atuais são homens que fizeram parte da nomenklatura comunista e que espertamente passaram por uma “reciclaram” ideológica após o fim da época soviética. Todos eles lideram regimes que, em maior ou menor grau, são classificados como autoritários.

Paisagens e recursos naturais

A Ásia Central possui uma paisagem dominante de estepes secas e semi-áridas, limitadas a oeste pelo Mar Cáspio; ao sul, pelas altas montanhas do Hindu Kush e dos Montes Pamir. Os montes Tian Shan, são os limites da Ásia Central a leste. Em sua porção setentrional, isto ao norte do Casaquistão, a fronteira natural não fica bem definida já que as estepes desse país se confundem com o domínio da Sibéria russa.

Historicamente, a região foi definida como a “terra entre dois rios”, já que o Amu Daria (o antigo Oxus) e o Sir Daria (Jaxartes) se constituíam em importantes fronteiras naturais. Assim, no passado, o Amu Daria foi a fronteira que separou o império turco e mongol do persa. No século XIX foi fronteira que separou as áreas sob o domínio do Império Britânico, daquelas que estavam dominadas pelo Império Russo. Nessa época, a região esteve envolvida no embate geopolítico entre russos e britânicos, que ficou conhecido como “O Grande Jogo”.

No centro desses amplos domínios estépicos cercados por altas montanhas, estendem-se dois desertos. Ao sul, está o deserto de Kara Kum, que cobre amplas áreas do Turcomenistão. Mais ao norte, no Usbequsitão está o de Kizul Kum. No interior dessas áreas desérticas são encontrados vales fluviais (o de Fergana, por exemplo) e oásis onde se desenvolveram algumas das principais e mais antigas cidades da Ásia Central como Samarcanda e Bukara.

Até o século XIX, os recursos naturais da região haviam sido pouco explorados. A partir de então russos e posteriormente os soviéticos transformaram drasticamente as paisagens naturais, especialmente no que diz respeito à construção de vastas redes de irrigação que, de um lado, promoveram o desenvolvimento agrícola (especialmente o plantio do algodão), mas de outro geraram gravíssimos impactos ambientais, sendo o mais dramático aquele que vem ocorrendo no Mar de Aral, que nos últimos 40 anos perdeu cerca de 2/3 de sua superfície líquida.

Nos últimos 15 anos, a descoberta de novas e promissoras reservas de hidrocarbonetos (gás natural e petróleo) vem aguçando os interesses de países e grandes multinacionais não só por sua exploração, mas também pelo seu escoamento para mares abertos. Esse é o “Grande Jogo” da atualidade.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Dicas de Navegação na WEB, via Google!!!

Os vestibas que costumam utilizar o Google como fonte de pesquisa para seus estudos podem aproveitar essas 12 dicas publicadas no site da Veja para refinar melhor suas buscas na web.
Algumas dicas são bastante óbvias, mas outras ainda são desconhecidas por uma boa parte dos internautas. Confira:
1. Aspas
Bastante conhecido e utilizado. Coloque a palavra a ser pesquisada entre aspas e o Google vai fazer o máximo para encontrar exatamente o que você procura. Exemplo: “oscar 2010”.
2. Operações matemáticas
Você pode utilizar o sinal de subtração (-) para excluir um dos termos a serem rastreados. Ao procurar  por “Steve Jobs – Ballmer” a busa retornará resultados referentes ao CEO da Apple ignorando qualquer referência à “Ballmer”, de Steve Ballmer, atual presidente da Microsoft.
3. Asterisco
O asterisco (*) é uma espécie de coringa para a busca online. Se você quer procurar por uma citação, mas não se lembra de parte do termo, utilize o asterisco (sem as aspas). Exemplo: Ainda que eu falasse a * eu nada seria.
4. Procura em sites
Se você deseja procurar algo específico em um site, basta inserir o termo “site:” seguido do endereço desejado e o sistema irá procurar todas as referências dentro do mesmo domínio. Exemplo: site:www.pupr.br
5. Definições
Escreva “define:” para procurar os significados de determinado termo. Ao realizar uma busca por “define:vermelho”, você receberá informações sobre a cor.
6. Documentos específicos
Se você busca por um arquivo em Excel, Power Point ou mesmo em PDF, basta indicar o tipo de arquivo desejado com o comando “filetype”. Exemplo: “desmatamento Amazônia filetype:pdf”.
7. Calculadora
Também é possível fazer cálculos através da busca do Google de maneira bem simples. Basta digitar a expressão que o sistema retornará com o resultado. Exemplo: “2*5+2-9/3″ vai resultar em “(2*5) + 2 – (9/3) = 9″.
8. Reconhecimento facial
Recurso bastante interessante, mas sem resultados confiáveis. Para procurar o rosto de alguma pessoa, tente colocar o nome e o comando “&imgtype=face”. Esse recurso não localiza palavras em português, mas você pode testar utilizando o termo “paris”, uma utilizando o comando “&imgtype=face” e outra não. A diferença é evidente.
9. Conversão de Moedas
O Google também pode auxiliá-lo na conversão de moedas. Basta digitar “80 dólares em reais” que os resultados lhe darão a conversão finalizada.
10. Filmes
Essa dica pode ser utilizada nas horas de lazer. Digite a palavra “filmes” com o nome do filme em cartaz desejado – “filmes: Karate Kid” – e o buscador trará uma lista de cinemas e horários disponíveis.
11. Horários Mundiais
Para descobrir o fuso horário em outro país, digite a frase “what time is it” e complete com o local desejado.
12. Medidas e distâncias
Muito parecido com a conversão de moedas. Digite “metro para quilômetro”, “centímetro para metro” e os resultados já estarão convertidos.

Fonte: http://blogdovestiba.pucpr.br/2010/09/30/12-dicas-para-refinar-suas-buscas-no-google/

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Cuidado com o Facebook



7 novos términos bizarros da Internet

Fonte: 

Com a mesma facilidade com que aproxima pessoas, o mundo virtual também pode separá-las. Sobretudo a alta exposição incentivada pela consolidação das redes sociais, tem feito uniões, desde as mais frágeis até as mais aparentemente estáveis, acabarem.  E muitas vezes em tragédia. O TechTudo já havia feito um Top términos de relacionamento mais bizarros da Internet, mas o site Oddee revelou outros casais que chegaram ao fim uma ajudinha da internet. Confira a reprodução desta lista logo abaixo:
#1. O homem que matou a esposa com uma estátua por causa de um rival no Facebook
Janette e Joseph Richardson  (Foto: Reprodução)Janette e Joseph Richardson (Foto: Reprodução)
Joseph Richardson destruiu seu casamento de 35 anos assassinando a esposa após descobrir que ela iria trocá-lo por outro. Janette Richardson foi morta com uma estátua de porquinho-da-índia após revelar que deixaria o marido para ficar com um velho amigo que havia reencontrado no Facebook. Joseph telefonou para o amigo da esposa, Graham Walker no dia do assassinato e disse: “você vai se sentir como eu me senti por algumas horas”. Graham Walker disse ter ficado angustiado com a ligação e por isso contactado a filha mais velha do casal, Joanne Greenhill. Joseph pegou duas facas de pescaria na garagem e levou a estátua de porquinho do quarto da filha mais nova. Durante uma briga, a esposa ameaçou ir embora e ele a acertou quatro a cinco vezes com o objeto. Os Richardsons se casaram em 1974, mas passavam por frequentes problemas conjugais. Janette estava infeliz e indicava sua intenção em se divorciar.
#2. O homem que esfaqueou a mulher até a morte após ela alterar o status do Facebook para “solteira”
Sarah e Edward Richardson (Foto: Reprodução)Sarah e Edward Richardson (Foto: Reprodução)
Edward Richardson, 41, estava sob efeito de cocaína e álcool quando foi até a casa dos pais da companheira Sarah e esfaqueou a jovem de 26 anos enquanto ela dormia. O casal havia se separado três semanas antes do assassinato após uma série de discussões a respeito da quantidade de dinheiro que estaria sendo gasta com cocaína e com a recusa de Edward em ter filhos com Sarah.
#3. O homem que foi atacado com ácido sulfúrico após assumir um relacionamento com uma mulher casada que conheceu online
Awais Akram (Foto: Reprodução)Awais Akram (Foto: Reprodução)
Awais Akram, 25, ficou desfigurado após ter sido alvo de vingança da empresária Sadia Khatoon, que conheceu no Facebook. Quando o marido e a família dela descobriram, fizeram Sadia, 24, atrair a vítima para fora de seu apartamento, onde ácido sulfúrico concentrado foi jogado em sua cabeça deixando Awais com 47% do corpo queimado. Durante uma conversa com a polícia, o irmão de Sadia, Mohammed Vakas, admitiu ter jogado o ácido com a ajuda de seu comparsa Mohammed Adeel. Eles estavam recebendo ordens do marido de Sadia de um quarto de hotel. Abassi Khatoon estava na companhia da mulher que permaneceu no telefone com a vítima até o ataque. Os responsáveis agora enfrentam a sentença de morte.
#4. A mulher que matou o avatar do ex-marido após ele ter se divorciado dela virtualmente
Maple Story (Foto: Reprodução)Maple Story (Foto: Reprodução)
Uma japonesa de 43 anos foi o mais longe possível no mundo virtual para se vingar da súbita decisão do marido de se divorciar dela online. Os dois eram casados no jogo Maple Story, um mundo virtual coreano similar ao Second Life. Após a separação, ela, com raiva, matou o personagem do marido. A mulher usou a informação de login que havia sido fornecida pelo marido na época em que eram um casal feliz. O homem prestou queixa na polícia e ela foi presa acusada de acesso ilegal a um computador pessoal e manipulação de informação eletrônica. Se for condenada, pode pegar até 5 anos de prisão ou ter de pagar uma multa de US$5 mil.
#5. O homem casado que viajou mais de 600 quilômetros para conhecer uma mulher virtual e descobriu que era uma brincadeira de torcedores do time de futebol rival
Stuart Slann (Foto: Reprodução)Stuart Slann (Foto: Reprodução)
Um torcedor do Manchester United dirigiu aproximadamente 640 quilômetros para consumar o que ele pensava ser um affair com uma mulher com quem ele conversava na Internet, mas descobriu que era uma brincadeira feita por dois fãs do Liverpool. Stuart Slann, 39, de Sheffield, viajou até uma remota fazenda na Escócia para conhecer "Emma", uma mulher que ele vinha flertando online há semanas. Mas quando chegou na casa, não a encontrou. Três horas depois, Stuart recebeu uma ligação dos brincalhões confessando que tudo não passava de uma pegadinha. Eles gravaram a conversa e colocaram no Youtube e posteriormente no Facebook acompanhada de uma foto embaraçosa. A esposa, Louise, 32, pediu divórcio ao descobrir as intenções do marido. Stuart havia conhecido os autores da brincadeira durante um feriado em Cancun, no México e os três passaram algum tempo discutindo sobre seus times, que são grandes rivais.
#6. O jogador de futebol milionário que levou um fora da esposa no Facebook
Michael Chopra (Foto: Reprodução)Michael e Heather (Foto: Reprodução)
O jogador de futebol Michael Chopra se separou de sua esposa sete meses após ela o ter “chutado” no Facebook. Heather Swan, 24, avisou ao marido que o casamento havia acabado após alterar o status para solteira na rede social. O ex-casal agora vive em uma guerra online. O atacante do Sunderland, que ganha 30 mil libras por semana, atualizou sua página com as palavras: ‘Heather vai ter um novo número amanhã, ha ha’ após cancelar o contrato de celular da ex-mulher. O casamento deles em Orchardleigh House - um luxuoso hotel em Somerset - custou 250 mil libras. 
#7. O homem que ficou tão chateado com a mudança de status da esposa que sofreu um acidente de moto e entrou em coma
Craig e Lauren Booth  (Foto: Reprodução)Craig e Lauren Booth (Foto: Reprodução)
Lauren Booth não imaginava o estrago que causaria após alterar o perfil no Facebook de casada para divorciada. Ela e o marido, Craig, haviam discutido, até então algo comum em um casamento de 20 anos, mas Lauren levou um pouco mais a sério. Com raiva, quis se refugiar no conforto do ciberespaço e impulsivamente alterou seu status na rede social. Isso atraiu a atenção de amigos, família, vizinhos e estanhos no Facebook. 48 horas depois, quando Craig foi a um bar, um conhecido lhe chamou e disse: “Então, solteiro de novo, hein? Resolveu vir a um barzinho?” Craig foi para casa e perguntou para a esposa se era verdade que ela havia se divorciado dele online sem ter tido a decência de avisar primeiro. No dia seguinte, ele caiu da moto e bateu a cabeça gravemente em um acidente que quase o matou. Craig ficou em coma por duas semanas.

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